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Letramentos no Ensino Médio
O livro “Letramentos no Ensino Médio” pretende abrir um diálogo com professores sobre as práticas de escrita e leitura dos jovens, dentro e fora da escola. Escrito por Ana Paula Corti, Ana Lúcia Souza e Márcia Mendonça, educadoras que trabalham com jovens em projetos da Ação Educativa, o livro compartilha experiências e sugestões, trazendo falas e relatos de estudantes e professores da rede púbica. O objetivo principal é auxiliar professores e educadores das várias disciplinas do Ensino Médio a apoiar o processo de letramento dos adolescentes. Solicitar na Ação Educativa: (11) 3151-2333
Plataforma Dhesca Brasil e Ação Educativa, após anos de parceria, sentiram a necessidade de ter um documento comum, de ampla divulgação e fácil acesso, que sistematize seus conhecimentos e aponte caminhos para que os direitos humanos sejam realmente agregados às dimensões físicas e concretas da vida de todos. Coordenação Editorial: Denise Carreira, Lígia Cardieri e Salomão Ximenes Autores: Ester Rizzi, Marina Gonzalez e Salomão Ximenes Revisão: Denise Carreira, Laura Bregenski Schühli, Ligia Cardieri e Suelaine Carneiro.
Autora: Nora Rut Krawczyk - Professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas
Coordenação editorial: Mariângela Graciano
Menos que pela permanente tensão sobre o sentido do ensino médio – preparação para o ingresso no ensino superior, para o mercado de trabalho ou para o exercício da cidadania –, o debate atual é impulsionado pela queda nas matrículas; ausência de professores especialistas, sobretudo química, física e biologia; desempenho insatisfatório dos estudantes nos exames, notadamente o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) e o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM); além da recente discussão sobre sua obrigatoriedade. Espera-se que esta contribuição possa alimentar e provocar as reflexões dos educadores do ensino médio e de outros que, mesmo não estando envolvidos diretamente com essa etapa do ensino, ainda assim estão preocupados com o presente e o futuro de nossos jovens.
Relatório final do projeto Jovens Agentes pelo Direito à Educação - Jade O projeto teve como objetivo a elaboração de diretrizes para políticas públicas de educação em escolas de ensino médio a partir de processos de diálogo entre estudantes e seus familiares, professores de escolas públicas, diretores, funcionários, integrantes da comunidade, agentes governamentais e da sociedade civil.
Jovens e trabalho no Brasil: desigualdades e desafios para as políticas públicas
Quais as diferentes formas dos jovens combinarem estudo e trabalho? Esse foi o mote do livro “Jovens e Trabalho no Brasil - desigualdade e desafios para as políticas públicas”, de Maria Carla Corrochano, Maria Inês Caetano Ferreira, Maria Virgínia Freitas e Raquel Sousa. A publicação é baseada na análise de dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio) de 2006, numa parceria entre a Ação Educativa e o Instituto ibi, com o apoio técnico do DIEESE.
Em março de 2007 o MEC divulgou as linhas gerais do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Em meio às inúmeras informações, opiniões e interpretações colocadas na cena pública, a Ação Educativa considerou a necessidade de elucidar e qualificar o debate, sem torná-lo unilateral, dada a sua dimensão e importância e realizou um seminário em junho, em parceria com o CENPEC, que reuniu mais de 200 pessoas de 35 cidades de 7 estados. Pautada naquele evento, esta publicação traz alguns dos aspectos e polêmicas debatidos na ocasião por pesquisadores, ativistas e gestores públicos, que se dispuseram a discutir e refletir sobre o PDE.
Igualdades e Diversidades: Promoção de Igualdade Racial nas Políticas Públicas – uma experiência em Santo André (SP)
A publicação resulta de formação desenvolvida pelo Programa de Educação de Jovens e Adultos junto a funcionários da Prefeitura de Santo André sobre a Eqüidade Racial nas políticas públicas. A iniciativa é uma linha de continuidade de outros programas e ações desenvolvidos por aquela administração municipal, com vistas à promoção da eqüidade racial e de gênero e a qualificar o atendimento da população pelos serviços de saúde locais.
Juventude e adolescência no Brasil: referências conceituais
Este caderno, produzido a partir de questões levantadas no GT Cidadania dos Adolescentes, é uma contribuição ao desafio de construir um marco conceitual sobre adolescência e juventude que favoreça a construção de políticas que melhor atendam às suas expectativas. Para contribuir com esse desafio, convidamos Helena Abramo e Oscar Dávila León a escreverem sobre o tema, submetemos a primeira versão do texto à apreciação de seis pareceristas e, a partir daí, os autores prepararam os textos aqui apresentados. Ao publicar este caderno, a Ação Educativa espera contribuir para fomentar o debate em torno das concepções de juventude e de adolescência que vêm orientando os diversos atores e sua articulação com as políticas.
Em questão 3 - Educação e exclusão no Brasil
A educação, tanto no senso comum como entre os especialistas, é considerada um dos fatores mais importantes para a mudança do padrão de desigualdade que marca a sociedade brasileira, bem como para seu desenvolvimento. Se é verdade que a oferta pública da educação do Brasil ao longo do século passado cresceu consideravelmente, é também certo que ainda não conseguiu atingir um patamar de qualidade, reproduzindo dessa forma padrões de desigualdades e iniqüidades.
Esta publicação tem como objetivo central mostrar como a exclusão e as desigualdades socioeconômicas causam impacto na oferta educacional. Por outro lado, o trabalho almeja, também, indicar os fatores relacionados à oferta educacional que contribuem para a reprodução destas desigualdades.
A educação básica no Governo Lula - um primeiro balanço
A presente publicação propõe uma análise do conjunto das políticas de Educação Básica implementadas durante a primeira gestão do governo Lula, particularmente em três anos e meio. A proposta é realizar uma análise a partir de dois referenciais: 1. O Programa de Governo do PT, apresentado durante a campanha de 2002, buscando avaliar sua coerência programática e sua capacidade de sustentar os compromissos assumidos; 2. O Plano Nacional de Educação, o qual deveria balizar o horizonte das políticas públicas, uma vez que se configura em um Plano de Estado com metas até 2011.